Sahara Ocidental: Pelo fim dos 31 anos de ocupação!
Por N. Redol
Por N. Redol
A 2 de Dezembro, a Venezuela realizou um referendo às importantes mudanças na constituição do país propostas por Hugo Chávez. As propostas foram derrotadas por uma estreita margem e as forças pró-EUA receberam um encorajamento.
A 5 de Dezembro, a polícia levou a cabo rusgas contra casas e escritórios em cidades no norte, sul e oeste da Alemanha. Segundo a agência Associated Press, o seu objectivo era obter “provas dos membros e da estrutura organizativa da organização terrorista estrangeira TKP/ML e da sua actividade terrorista, disseram os procuradores federais em comunicado”.
Folheto para uma manifestação que terá lugar a 22 de Dezembro em Bruxelas, emitido pelo Colectivo de Estudantes e Jovens Iranianos a Viver na Europa, pelo Partido Socialista de Esquerda belga e pelo grupo de juventude deste partido.
Quais os resultados da conferência de Annapolis com Israel e os palestinianos? Primeiro, os EUA declararam publicamente o seu exclusivo sobre a questão. O Roteiro – um plano para um “mini-estado” palestiniano impotente à sombra do gigantesco monstro israelita – tem estado até agora associado a quatro “intervenientes”.
O Paquistão, que nunca foi um país tranquilo, nem sequer em tempos normais, tem estado numa agitação ainda mais intensa desde que o General Pervez Musharraf, presidente do país e chefe do seu exército, declarou o estado de emergência.
Excertos de um artigo que apareceu no Haaretz, intitulado “Novo estudo israelita confirma os nossos piores receios”. O título reflecte um ponto de vista frequentemente encontrado no Haaretz, o qual acredita que o estado sionista perdeu o seu ímpeto idealista e pode e deve actuar de uma forma humana em relação aos palestinianos.
“Francamente, é tempo de um estado palestiniano” disse Condoleezza Rice quando lançou os planos para a cimeira de Annapolis. Rice e o governo Bush que ela representa são conhecidos por tudo menos pelo seu sentido de humor. Mas uma reacção razoável poderia ser um riso amargurado.
Oficialmente, a ameaça turca de uma grande invasão do Curdistão iraquiano ficou suspensa à espera das conversas agendadas entre o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdoğan e George Bush. Porém, o aparente atraso não significa que essa invasão não possa ocorrer na mesma, antes ou depois da reunião em Washington.
Sob a bandeira da guerra ao terrorismo, os agressores norte-americanos invadiram o Afeganistão e afastaram do poder os talibãs que eles próprios tinham treinado, porque o seu “prazo de validade” tinha expirado. Os invasores impuseram o regime fantoche e desumano de Karzai.
Pelo MRJ, Afeganistão
Passaram seis anos desde que os imperialistas encabeçados pelos EUA desencadearam a sua agressão contra o Afeganistão.
Pelo MRPM-Winnipeg
Artigo sobre as razões por trás da participação voluntária do Canadá, uma abordagem que fala nas razões por que outros países imperialistas de “segunda linha” estão profundamente envolvidos e sobre a própria guerra.
Há organizações de ajuda humanitária em todo o mundo cuja missão, dizem elas, é “ajudar os pobres dos países mais pobres”. Os orçamentos públicos e os doadores privados dos países mais poderosos do mundo atribuem milhares de milhões de dólares a essas “operações de beneficência”.
Com um aviso de que “o país está agora na fronteira entre uma grande possibilidade revolucionária e um terrível acidente”, o PCN(M) retirou-se do governo. Numa alteração de política, anunciou um programa de protestos de massas nas ruas para “boicotar todos os actuais planos eleitorais”.
As nuvens negras de um possível ataque norte-americano ao Irão assomam sobre a política mundial. Isso ficou claro a 16 de Setembro, quando o ministro dos negócios estrangeiros de França declarou à televisão francesa: “Temos que estar preparados para o pior, e o pior é a guerra”.
Pelo MRPM-Winnipeg
Um artigo que, além da sua denúncia do papel militar agressivo do Canadá no mundo, esclarece a muitas vezes suavizada natureza dos esforços de “manutenção de paz” das Nações Unidas.
Em homenagem ao líder anti-apartheid Steve Biko, um grupo de 266 médicos lançou uma crítica sem precedentes ao “sistema médico instituído dos EUA” pela sua cumplicidade na tortura e assassinato de prisioneiros.
No primeiro aniversário da mais recente invasão israelita do Líbano, os EUA, o seu cão de guarda sionista e os seus aliados estão a trabalhar febrilmente para imporem a sua visão de uma nova ordem no Médio Oriente, qualquer que seja o seu custo.
A classe dominante indiana procura obter um domínio total dos países da Ásia do Sul, agindo como gendarme dos EUA nessa região. Na Cimeira da SAARC, chegaram mesmo a propor um Parlamento da Ásia do Sul, tentando minar a limitada soberania que ainda existe nos países da Ásia do Sul.
Os acontecimentos no Nepal despertaram muito interesse entre os nossos leitores. Este texto é uma versão ligeiramente abreviada e editada de um relato sobre a situação no Nepal feito em Junho ao Comité Coordenador de Partidos Maoistas da Ásia do Sul (CCOMPOSA) pelo Partido Comunista do Nepal (Maoista).
É agora oficial na Grã-Bretanha: podemos estar a tratar da nossa vida e a “não fazer nada de errado”, e sermos atirados ao chão por um grupo de homens e executados em público com balas na cabeça à queima-roupa, sem aviso, com os assassinos conhecidos de todos, e ninguém ser acusado.
Por Yuko Nakamura
A 6 de Agosto de 1945, eu tinha 13 anos e era estudante do 2º ano de uma escola secundária feminina em Hiroxima. Desde Julho que os estudantes do 2º ano tinham sido mobilizados para três fábricas de munições para o país.
Depois de muitos meses de regateio, a Líbia entregou os 6 profissionais de saúde acusados de injectarem deliberadamente crianças com o vírus do VIH. No dia seguinte, Sarkozy voou até à Líbia, onde assinou com o líder líbio Muammar Khadafi dois acordos de armamento e o contrato de uma central nuclear.

Por Raymond Lotta
O gestor de um forno no norte da China e um dos seus empregados foram condenados a prisão perpétua e à morte, respectivamente. Isto ocorreu depois das chocantes notícias de Junho sobre um escândalo de trabalho escravo terem revelado como as pessoas eram forçadas a trabalhar em fornos de tijolos na província do Shanxi.
Por Raymond Lotta