Em memória de Mahmoud Darwish
No início de Agosto, um conflito que há muito fervilhava na região do Cáucaso, no sudoeste asiático, rebentou em guerra aberta, trazendo grande sofrimento aos povos da Geórgia e da Ossétia do Sul.
3ª Parte – A União Europeia como potencial rival da dominação dos EUA
Por Raymond Lotta
Um crescendo de agressivas manobras militares e sanções económicas norte-americanas e israelitas tem sido pontuado por uma reunião diplomática em Genebra que ofereceu aquilo a que muitos observadores chamaram “última oportunidade” ao regime iraniano.
2ª Parte – O desenvolvimento capitalista da China e a ascensão da China no sistema imperialista mundial: A sua natureza a as suas implicações
Por Raymond Lotta
1ª Parte
Por Raymond Lotta
A proposta de tratado nuclear EUA-Índia representa um desenvolvimento significativo e perigoso para os povos da região e do mundo.
Ao apressar-se a concluir o acordo nuclear Índia-EUA, ignorando uma oposição generalizada, o governo liderado pelo Partido do Congresso Nacional da Índia revela até que ponto irá para agradar ao assassino Bush.
Por B. Lisboa
“Absolutamente necessários, porque não temos o poder para resolver esses problemas de outra forma. O que é que se quer? A guerra?”
Em Junho, surgiram nas notícias dois grandes protestos contra os ocupantes e as autoridades afegãs. As forças de segurança lidaram com eles com brutalidade, tendo resultado pelo menos um morto e dezenas de feridos.
Por Michael Slate
O jornalista norte-americano Seymour Hersh deu o alarme sobre “uma importante escalada das operações clandestinas contra o Irão, segundo fontes de actuais e antigos militares, membros dos serviços secretos e congressistas”.
Um autocarro cheio de crianças palestinianas saiu de Hebron, na Cisjordânia, para irem ver o mar. Impedidas de ir para ocidente, para as praias do Mediterrâneo, devido ao “muro de separação” erguido por Israel, dirigiram-se para leste. Elas nunca tinham visto uma grande massa de água.
O que está por trás da súbita postura patriótica do primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki? Afinal, ele e o grosso das forças xiitas, incluindo o Aiatola Sistani a cujo apoio ele deve a sua autoridade, há vários anos que têm alinhado com o ocupante.
Porque é que é George W. Bush está tão ansioso por garantir os acordos com o governo iraquiano relativos ao futuro enquadramento legal da ocupação norte-americana? E porque é que o governo iraquiano de Nouri al-Maliki aparece de repente na posição do mais ardente defensor da soberania do Iraque?
As detenções secretas, a tortura e as “capitulações extraordinárias” – a entrega de prisioneiros a países terceiros para serem torturados por agentes norte-americanos ou em nome dos EUA – não são práticas do passado, como gostariam os responsáveis de Washington que o mundo acreditasse.
A batalha sobre o lixo não recolhido e amontoado nas ruas de Nápoles já decorre há vários meses e não mostra nenhum sinal de abrandar. O recente início do envio desses resíduos para incineração na Alemanha não deve resolver inteiramente a questão subjacente, a qual é saber se a sua recolha futura irá ou não ser feita à custa da saúde e da segurança das pessoas.
A semana passada relatámos que os EUA tinham cancelado as bolsas atribuídas a 7 palestinianos de Gaza que o Departamento de Estado considerava potenciais futuros líderes amigos do império. Israel tinha-se recusado a deixá-los sair de Gaza como parte de uma política explícita de negar vistos de saída a toda a gente excepto os extremamente doentes.
A 28 de Maio, o Nepal foi declarado uma República Democrática Federal, pondo fim à monarquia que governou o país durante quase 240 anos. Mas a Assembleia Constituinte não conseguiu chegar a acordo sobre muito mais no que diz respeito ao futuro sistema político para cuja definição foi criada.
Artigos recentes analisaram a rota de colisão entre os EUA e o Irão e algumas das razões desse antagonismo. Este analisa a questão de um ângulo diferente, o do papel desempenhado pelos EUA na ascensão do regime de Khomeini após a queda do Xá apoiado pelos EUA.
Por Li Onesto
Um grande evento cristão evangélico chamado “Cristival” que decorreu no início de Maio na Alemanha foi confrontado com protestos organizados por uma “coligação anti-sexista” de organizações de mulheres, grupos de esquerda e autonomen que se opõem à opressão das mulheres e dos homossexuais e às “trevas” das crenças e da moralidade religiosa.
A recente ameaça da candidata presidencial norte-americana Hillary Clinton de “obliterar totalmente” o Irão foi verdadeiramente alarmante, não só pelo que ela disse, mas também pelo que não sucedeu: pela tempestade de condenações e de repúdio que não aconteceu, nem em Washington nem em nenhuma outra capital ocidental.
O Afeganistão esteve no topo da agenda da cimeira da NATO em Bucareste. O país anfitrião e a França concordaram em enviar mais forças para o Afeganistão, para servirem nas zonas de combate. A NATO já tem cerca de 37 000 tropas no Afeganistão, incluindo 14 000 dos EUA e 7700 de Inglaterra. Os EUA também têm outros 11 000 soldados a operar fora da missão da NATO.
Na noite de 7 de Abril, a imprensa nepalesa começou por relatar que maoistas da LCJ tinham emboscado na cidade de Dang um candidato do Partido do Congresso. Morreram sete membros da LCJ e 25 ficaram feridos. Uma das notícias descrevia uma “longa troca de tiros que durou 15 minutos”, entre os dois lados.