Durante os últimos meses têm surgido relatos de que o Irão executou imigrantes do Afeganistão. Esses relatos têm enfurecido as pessoas, que têm protestado de várias formas contra essas execuções e condenado os criminosos dirigentes do regime iraniano.
Nas últimas semanas foram executados no Irão 45 afegãos acusados de tráfico de droga. As autoridades iranianas entregaram os seus corpos às famílias por um preço de cerca de 1200 €. Diz-se que alguns dos seus órgãos internos tinham sido removidos.
Em Abril passado, a organização WikiLeaks.org colocou online um vídeo filmado através do visor da arma de um helicóptero Apache. Mostra as metralhadoras a abaterem um fotógrafo da agência noticiosa Reuters, o assistente dele e outras pessoas que andavam pela rua em Nova Bagdad.
Como parte da Operação Caçada Verde, o governo indiano está a tentar incutir medo aos indianos, dentro e fora das zonas que pretendem limpar de maoistas. Os progressistas que exprimiram oposição a essa operação estão a defrontar-se com ameaças, intimidação e prisões. Entre eles está a conhecida escritora e activista Arundhati Roy.
Desde o início da recente insurreição que têm estado em acção duas contradições, guiando os acontecimentos e entrelaçando-se uma com a outra, dando lugar à actual crise sem precedentes de legitimidade da República Islâmica do Irão: a contradição entre a maioria do povo e o sistema no seu conjunto e a contradição entre as facções dominantes.
No início de 2010, os EUA deslocaram os prisioneiros do hangar construído pelos soviéticos para um novo complexo chamado Instalações de Detenção de Parwan, na mesma base aérea de Bagram. O facto de os norte-americanos terem sentido necessidade de construir uma nova prisão expandida é uma indicação de que pretendem continuar a ocupação durante todo o futuro próximo, com as detenções por tempo indefinido e nenhuma direito legal a fazerem parte disso.