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| Imagem do 1º de
Maio na Turquia. (Foto: AP) |
Várias centenas de pessoas (começando com cerca de 800 e terminando com cerca de 400) manifestaram-se num bairro operário e de imigrantes de Berlim para celebrarem o “1º de Maio revolucionário”.
Esta manifestação revolucionária que atravessa o bairro de Kreuzberg tem-se realizado desde 1997. Outras acções ocorreram durante a noite anterior e mais tarde nesse dia.
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| Imagem do 1º de
Maio na Turquia |
O folheto salientava a necessidade de criação de um mundo novo que seja radicalmente diferente do actual, que é controlado pelos opressores e exploradores dos povos do mundo. Usando como palavras de ordem “Queremos um mundo novo”, o folheto apelava a:
– um mundo em que um pequeno número de países ricos deixe de dominar e explorar a vasta maioria das nações e povos do mundo;
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| Manifestantes
enfrentam a polícia de choque em Istambul (Turquia), quando tentam
celebrar o 1º de Maio na Praça Taksim, proibido pelas autoridades.
(Foto: Burak Kara/Getty Images) |
– um mundo que deixe de alienar os jovens mas que os veja como força motriz da sociedade e um mundo em que a próxima geração não herde um meio ambiente destruído.
Um representante dos RK (Comunistas Revolucionários da Alemanha) falou sobre a questão da reforma ou revolução e sobre como os actuais sindicatos dissipam os impulsos revolucionários entre a classe operária. O orador também se referiu à questão do nuclear do Irão e da ameaça de agressão imperialista norte-americana contra o Irão e condenou a ocupação norte-americana do Iraque e do Afeganistão. Terminou salientando a possibilidade de construção de um mundo novo. Police officers in full riot gear walk through broken glass strewn on the ground after bins were overturned after a peaceful May Day rally turned violent in Berlin's Kreuzberg district May 1, 2008. REUTERS/Wolfgang Rattay (GERMANY
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| Polícia de choque e
vidro partido no chão, depois da manifestação do 1º de Maio em
Kreuzberg (Berlim). (Foto: Wolfgang Rattay/Reuters) |
Os participantes de várias nacionalidades gritaram palavras de ordem em defesa do derrube do sistema imperialista mundial pela revolução. Declararam a sua solidariedade internacionalista para com o povo da Palestina e condenaram em particular os EUA, a Grã-Bretanha, a Alemanha e a França pela sua colaboração e agressão imperialistas. Também declararam claramente que “Não há Libertação sem Revolução”.
Como em muitas outras ocasiões nos anos anteriores, a polícia tomou medidas provocatórias e, próximo do fim da manifestação, impediu os manifestantes de chegarem ao seu destino final. Os organizadores da manifestação denunciaram e condenaram isso como uma provocação policial e cantaram A Internacional antes de dispersarem.
| Fonte (em inglês): Serviço Noticioso Um Mundo A Ganhar (SNUMAG), em aworldtowinns.co.uk ou no perfil facebook Awtw Nese |